... Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber.
À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamente.
Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento?
que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo.
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